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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

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"Tendemos a acreditar que amor de verdade dura para sempre sem que nada precisemos fazer além de decidir isso uma única vez. Apostamos que uma vez escolhido, o amor sobrevive por si só. Errado! Isso não funciona! Amor é verbo de ação. É escolha diária. É um constante fazer, refazer, desfazer e começar tudo de novo! Amor é dinâmico, vivo, e por isso, precisa ser nutrido!"

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Coragem ...


"Coragem não é ser forte, veja bem, Coragem é uma forma de desprender o sonho da vida. Não deixa de ser uma estratégia para andar com mais leveza, Equilíbrio.
Dia por dia, ano por ano, a gente cai e levanta, limpa a poeira da roupa, limpa o choro do rosto, solta o coração na rua e prende o suspiro no peito. Vai apurando a fé pra tornar-se uma pessoa mais generosa consigo mesma. Toda queda ou salto vale como experiência pra grande oportunidade de estarmos aqui. Tempo é ouro, aprendi, não dá pra desperdiçar assim, de qualquer jeito.
Coragem no final das contas é envolver-se. ‘Coragem às vezes é desapego’.
Coragem é olhar pro espelho no fim do dia e perguntar: – Será que a gente tomou a decisão certa?
E a resposta vir com o um sorriso, da mesma pessoa, essa de frente pro espelho. E lembrar-se do momento que espantou o tédio com um sorriso e desculpou-se com um abraço. Que disse coisas interessantes com o olhar, porque aprendeu que silêncios falam mais alto..."





quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Descobrindo o Amor !



Queria falar sobre o amor com a propriedade de quem nunca tinha Tido. Amor no sentido de romance, esquecendo a parte fraternal e amizades, claro. Carrego na mala alguns projetos de relacionamentos, uns quase namorados, meios carinhos e fins inteiros, sem nem ter havido começos. Mala pesada, que vira e mexe prejudica minha coluna, mas poderia ser pior. Sou viciada em atropelar as coisas e sair jogando vírgulas pra tudo que é canto, vivo com a impressão de que meus começos já são os meios e talvez nem seja impressão. Sou mal acostumada a ser sincera e isso nunca me permitiu jogar, trocar de papel conforme a trama mudasse a direção. E quem não joga em tabuleiro, tende a virar peão.
Meu primeiro quase amor foi a minha paixão louca e platônica, tradicional, não? 2 anos e uma novela mexicana. Algumas declarações infantis, menino paciente, nunca tivemos nem amizade e acredito que nesse ponto da vida se iniciou meu costume em sofrer. Como se fosse uma zona de conforto anti-amor, enquanto eu esperava desesperadamente que o amor invadisse, porque na realidade todo o conforto sempre foi só fachada.
Estendi minha sina até poder transferir todo o peso de querer e não saber amar pra um novo corpo, meu segundo quase amor. Esse, na verdade, passou longe de qualquer sentimento, mas foi meu primeiro namorado. Só status, só porque era legal, terminei dois meses depois e nesse ponto começou minha rota de fuga oficial: Me ama? Adeus, não sei lidar com isso, desculpa.
Anos e anos vomitando liberdade até aparecer meu terceiro quase amor. Falava tudo que eu precisava ouvir, me fazia companhia e carinho, bem cômodo até ele querer um maldito tempo. Depois de quatro meses, do nada, como quem pede o açúcar na mesa do café. Senti pela primeira vez o gosto amargo de um fim antes do final, abortei pela primeira vez um relacionamento, sem saber que isso ainda seria normal pra mim. Senti fundo tudo isso por estar amando a ideia de namorar, não ele, nunca ele. Mas dei todo o tempo do mundo, porque relógio eu nunca fui.
Curti pouco tempo a sensação de sangue escorrendo sem parar, até o início do quarto quase amor. Doze anos (na verdade idas e vindas de sentimentos atrapalhados), algumas horas de felicidade extrema, milhões de litros de lágrimas, muita imaturidade, eu virando boneca numa prateleira cheia de desculpas e egoísmo. Só que hoje em dia boneca anda, então fui embora, odeio lugar apertado. O fim mais difícil e adiado da minha vida, mas de parto normal.
Me doeu pouco (também 12 anos para algo acontecer, tem que esquecer sem dor mesmo) porque eu já estava no quinto, isso mesmo, no quinto e último AMOR. Eu completamente metódica, cheia de listas, horários, conceitos e preconceitos. Ele completamente do avesso, me virando de ponta cabeça e me deixando o que eu nunca fui na vida: leve. A pessoa mais calma e sensata que eu já conheci na vida. 1 ano e 1 mês que está valendo uma vida,e que não seja meu segundo aborto de amor.
Queria falar sobre dedo na ferida, vodka com gelo e saudade, travesseiro molhado. Queria dizer que tô acostumada demais a sofrer e, talvez por isso, reconheço e acolho as dores de todas as minhas tentativas de amor e me assusto como as coisas agora só fazem bem, sem nem arranhar. Não sei quase nada do amor, ainda estou aprendendo. Nada além de romances literários, filmes de comédia romântica, desabafo de amigas. Estou conhecendo e admirando e não é só de nome, mas queria compartilhar minha única certeza: Amor mesmo não dói, e como não dói !!
Sim eu Descobri o Amor !!




terça-feira, 14 de agosto de 2012

Balão dos Sonhos.




"Quando somos crianças, fazemos planos e os colocamos num balão de ar. Enchemos esse balão com todos os sonhos de conquistas, realizações, saúde, felicidade, etc.; e o fazemos voar.

O que a criança não sabe é que o balão só permanece no ar se continuar aquecido. Não basta estar cheio, a chama dos sonhos precisa continuar queimando, senão o ar esfria, o balão esvazia e todo o esforço é esparramado no chão.

A criança também não sabe, é que enquanto está no ar, o balão sujeita seu caminho à rota dos ventos, e precisará adaptar-se a estas novas rotas.

Os ventos poderão mudar a direção dos seus sonhos por algum tempo, fazendo-a tomar novos caminhos ou atalhos, ou mesmo mudar tudo o que havia planejado. Alguns sonhos serão substituídos por outros, e outros serão esquecidos. Ter isso em mente, de maneira muito clara, reduz o sentimento de decepção que muitas vezes nos assola."

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Vamos nos desligar ...

“Me desliguei um pouco dessa paranóia de ‘o que os outros vão pensar?’ e agir, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.” ( Tati Bernardi )

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Oportunidades !!!






Não Existem Erros e nem Acertos Existem sim OPORTUNIDADES de nos tornarmos pessoas melhores!